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CIST reúne gestores de seguros de transportes para troca de experiências sobre procedimentos de subscrição

  • Escrito por  Geraldo
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CIST reúne gestores de seguros de transportes para troca de experiências sobre procedimentos de subscrição

O CIST (Clube Internacional de Seguros de Transportes) deu início a uma série de reuniões com líderes da carteira de transportes de seguradoras com o objetivo de compartilhar suas experiências e boas práticas técnicas, visando melhorar a subscrição dos riscos, e por consequência os resultados técnicos do mercado segurador.

No primeiro encontro, que aconteceu no dia 29 de novembro no Circolo Italiano, os representantes do CIST – Jose Geraldo da Silva (presidente), Mauro Camillo, Odair Negretti e Carlos Lima – receberam os executivos de seguradoras: Adailton Dias (Sompo), Adriano Yonamine ( Sompo Seguros ), Edson Souza (AIG), Henrique Maciel (Mitsui Sumitomo), Marcos Antonio (Axa),  Paulo Robson (XL Seguros), Renato Pereira (Mitsui Sumitomo), Tiago Camillo (******) e Valdo Alves ( Tokio Marine ).

Foram debatidos graves problemas que assolam o ramo de seguros de transportes: sinistralidade elevada; subscrição prejudicada pela fragilidade das informações apresentadas nos questionários de aceitação de riscos (QAR); falta de informações sobre os sinistros dos períodos anteriores do momento da subscrição; aumento, nos últimos meses, da dispensa de colegas face aos péssimos resultados verificados nas seguradoras; cenário socioeconômico nacional atual desfavorável; e aumento da ineficácia das ferramentas aplicadas atualmente nos processos de gerenciamento dos riscos.

Dentre todos os assuntos abordados, três pontos tiveram mais destaque:

1) A pouca ou a falta  de  informações nos questionários de aceitação de riscos (respostas de segurados), em especial no que diz respeito aos sinistros;

2) A fragilidade da subscrição e/ou precificação realizada com base nas informações apresentadas nos QAR, muitas vezes até inexatas e que refletem diretamente nos resultados das seguradoras e na fragilidade do mercado; e 3) A necessidade de uma maior capacitação técnica dos profissionais por meio de treinamentos, palestras, workshops etc.

O grupo definiu ações imediatas, a serem implantadas a partir do primeiro dia de 2017. A primeira delas é que todos os questionários de aceitação dos Riscos (QAR) sejam datados, carimbados e assinados pelo cliente ou pelo corretor ou por ambos.

 Até que o RNS esteja com 100% das informações do mercado, ficou definido normatizar as regras para consultar os sinistros ocorridos   na congênere anterior, padronizando como básico   os itens:  ramo, período (12 meses), sinistros, causa, valor (R$) e corretor. Este critério será adotado por todas as seguradoras do mercado que aderirem ao compartilhamento de suas experiências. No momento em que a congênere vencedora requisitar a experiência, a congênere que perdeu o seguro terá três dias úteis, a contar da data da requisição, para enviar tais informações, a fim de permitir possíveis ações, caso haja divergência entre a sinistralidade informada no questionário e da seguradora anterior.

Para que haja maior confidencialidade e confiabilidade, cada congênere que aderir ao compartilhamento de suas experiências deverá indicar dois funcionários, fornecendo o nome, fone e e-mail das pessoas, que estarão autorizadas a repassar para as outras seguradoras do grupo as informações sobre os sinistros da conta (cliente) que está sendo cotada.

“Esta reunião vem reforçar a necessidade do mercado estar sempre atento ao cenário técnico do mercado de transportes, dado a sua dinâmica própria e estrutura técnica, até para que não se perca as boas práticas de subscrição que dão sustentabilidade a carteira e ao mercado como um todo. Agradeço a forma como todos apresentaram suas ideias para uma melhor performance do ramo transportes”, afirmou o presidente do CIST, José Geraldo da Silva. “Existe um grande interesse do mercado em reverter o atual cenário e assim dar continuidade no crescimento da carteira de seguros de transportes. E compreendemos que a solução para os problemas levantados, passa pela implantação do RNS (Registro Nacional de Sinistros) e que, enquanto este sistema ainda não está consolidado, as congêneres passem a trocar informações para se ajudarem mutuamente”.

A  ação  conta também  com  o  apoio  da  FENSEG,  através  de  sua gerente, Gloria  Aranha que disse: "Perfeito! A FenSeg aplaude iniciativas que venham melhorar a subscrição dos riscos e os resultados do ramo".

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