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Grupo RBS apresenta time de jornalismo investigativo

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Repórteres premiados de ZH, DG, Gaúcha e RBS TV compõem o GDI, lançado nesta sexta-feira (02)

A partir da crença de que as reportagens investigativas são essenciais para manter a relevância do jornalismo na atualidade, o Grupo RBS lança, nesta sexta-feira (02), uma iniciativa incomum – se não inédita – nas redações brasileiras. Inspirado no modelo consagrado pela equipe Spotlight, do jornal americano Boston Globe, cuja história venceu o Oscar de Melhor Filme de 2016, o Grupo de Investigação (GDI) reúne jornalistas premiados da RBS para apurar em profundidade fatos que influenciam a vida dos gaúchos.

A estruturação do GDI sinaliza o reforço do investimento do Grupo RBS no gênero do jornalismo investigativo, o qual demanda longos períodos de apuração e recursos para revelar informações que tenham alto impacto econômico, político e social. A primeira reportagem da equipe será publicada e veiculada nesta segunda-feira (5) em Zero Hora e RBS TV.

– O jornalismo investigativo é fundamental para a sociedade, especialmente em uma era em que as desinformações circulam em larga escala pelas redes sociais. O Grupo RBS tem uma tradição de décadas em reportagem investigativa e agora, com a criação do GDI, reafirma, em mais um grande passo, seu propósito de informar para transformar positivamente a sociedade – observa o vice-presidente Editorial do Grupo RBS, Marcelo Rech.

O time é formado por nove repórteres e um editor, todos profissionais com experiência em investigação jornalística. Participam os repórteres de Zero Hora Adriana Irion, Carlos Rollsing, Humberto Trezzi e José Luís Costa. Do Diário Gaúcho, Jeniffer Gularte, da Gaúcha, Cid Martins, e, da RBS TV, Giovani Grizotti, Jonas Campos e Fábio Almeida.

O grupo mescla perfis complementares entre si, unindo repórteres com larga experiência em jornalismo de dados, outros que dominam as técnicas da infiltração jornalística, outros focados em fontes na área política e profissionais com maior trânsito na área policial, afirma o editor do GDI, Carlos Etchichury:

– A ideia é que, desse grupo diversificado, nasçam grandes investigações jornalísticas, com apurações minuciosas sobre assuntos relevantes para o nosso público, sempre pautados pela ética e voltados para o nosso papel de cobrar soluções e respostas.
Os integrantes de ZH e DG atuam no dia a dia em uma área reservada, no ambiente da Redação Integrada dos dois jornais. Os demais produzem seus materiais nas redações de Gaúcha e RBS TV. Denúncias e sugestões de pauta podem ser enviadas para a equipe do GDI pelo e-mail .

Integrantes do GDI
Carlos Etchichury, 42 anos, editor
Jornalista formado pela PUCRS, é editor-chefe do Diário Gaúcho. Em quase duas décadas como profissional do Grupo RBS, conquistou, como repórter de Zero Hora, mais de duas dezenas de prêmios, entre eles Esso (duas vezes), Embratel (três vezes), Direitos Humanos e ARI, além do título de Jornalista Amigo da Criança (distinção concedida pela Andi). É coautor dos livros “Os Infiltrados - Eles eram os olhos e os ouvidos da ditadura”, escrito em parceria com Carlos Wagner, Humberto Trezzi e Nilson Mariano, e “45 Anos de Reportagem”, lançado para celebrar os 45 anos de ZH. Como repórter, concentrava sua atuação em áreas como direitos humanos, violência, corrupção, além de produzir grandes reportagens sobre diferentes assuntos. Desde que se tornou editor, em 2012, Etchichury coordenou coberturas como a da tragédia da Boate Kiss e a da crise na área da segurança pública.

Adriana Irion, 44 anos, repórter
Formada em Jornalismo pela PUCRS, trabalha há 24 anos em Zero Hora. Repórter especial, atuou em diversas áreas, tendo como foco, a partir de 1995, na Editoria de Polícia, investigações de crimes, em presídios e em unidades de internação de adolescentes. A partir de 2007, passou a atuar como repórter de Política, fazendo a cobertura, principalmente, de casos de corrupção no Poder Público, operações da Polícia Federal e investigações de crimes do colarinho branco. Fez a cobertura das operações Rodin e Solidária, revelando informações exclusivas das fraudes. Em 2012, foi uma das autoras da série Meninos Condenados, vencedora de cinco diferentes prêmios nacionais e internacionais, entre eles, o Prêmio Esso e o 2º Lugar do Prêmio Ipys de Reportagem. Também participou de coberturas como a da tragédia na Boate Kiss e a da morte do menino Bernardo. Em 2016, foi autora da reportagem “Dinheiro pelo bueiro“, na qual mostrou desvios milionários no Departamento de Esgotos Pluviais (DEP) de Porto Alegre.

Carlos Rollsing, 32 anos, repórter
Jornalista formado pela Unisinos, é repórter de Zero Hora desde 2011. Iniciou focado na cobertura política e, depois, ampliou atuação para temas como imigração contemporânea e reportagens investigativas. Como enviado especial, participou de grandes coberturas nacionais: a operação Lava-Jato, de Curitiba, o impeachment da presidente Dilma Rousseff, em Brasília, e o velório e enterro do ex-governador pernambucano e então candidato à Presidência Eduardo Campos, em Recife. Foi vencedor das categorias principais dos prêmios Petrobras e MPT de Jornalismo. Também alcançou distinções promovidas pela Associação Riograndense de Imprensa (ARI) e pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos do RS, entre outras.

Cid Martins, 45 anos, repórter
Jornalista formado pela UFRGS, atua desde 2001 na Rádio Gaúcha, nas áreas de investigação e polícia. Nesse período, o repórter fez curso de investigação jornalística na Alemanha e participou de várias coberturas, como a ocupação do morro do Alemão no Rio, em 2010. Em 20 anos de profissão, Cid já ganhou 105 prêmios jornalísticos, sendo o quinto repórter mais premiado do país e o primeiro em rádio.

Fábio Almeida, 34 anos, repórter
Jornalista formado pela Unisinos, entrou no Grupo RBS em 2002, na Rádio Gaúcha, e é repórter investigativo da RBS TV desde 2009. Está na lista dos jornalistas mais premiados do Brasil – conquistou mais de 40 prêmios regionais, nacionais e internacionais de jornalismo, entre eles, o Prêmio da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), Prêmio do Movimento de Justiça e Direitos Humanos, Prêmio Vladimir Herzog, Prêmio Embratel, Prêmio Petrobrás, Prêmio Internacional José Hamilton Ribeiro, Prêmio Internacional Rey de España.

Giovani Grizotti, 43 anos, repórter
Jornalista formado pela PUCRS, acumula como repórter mais de 50 prêmios. Foi indicado quatro vezes a um dos mais importantes prêmios do jornalismo investigativo americano, o IRE Awards. É repórter da RBS TV e elabora reportagens especiais para o Fantástico e telejornais da Globo. Entre as reportagens de maior repercussão, está a que revelou esquemas de pagamento de propinas a médicos por distribuidoras de implantes, a chamada máfia das próteses. A série de reportagens resultou na abertura de duas CPIs no Congresso Nacional e diversas operações da Polícia Federal, providências que, na avaliação do jornalista, "são o maior prêmio que um repórter pode receber". Giovani também ganhou o Esso de TV duas vezes com matérias investigativas como a Farra dos Vereadores.

Humberto Trezzi, 54 anos, repórter
Jornalista formado pela PUCRS, tem 32 anos de carreira e mais de seis dezenas de prêmios. Está há 28 anos em Zero Hora, atuando sobretudo na cobertura de segurança pública e investigação. Ganhou dois prêmios Esso, um dos de maior prestígio no país, além de um Embratel e diversos nas áreas de Direitos Humanos. Entre as investigações de maior destaque estão “Minha Casa, Minha Fraude”, sobre irregularidades no maior programa habitacional do país e “Universidades S.A.”, sobre beneficiamento privado de professores que deveriam se dedicar com exclusividade ao ensino público.

Jeniffer Gularte, 26 anos, repórter
Jornalista formada pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), começou a carreira em 2010 no jornal Gazeta do Sul, em Santa Cruz do Sul. Desde 2014, é repórter da editoria de Geral do Diário Gaúcho, em Porto Alegre. No jornal, tem atuação voltada para matérias de saúde, educação, gastos públicos e mobilidade urbana, utilizando, principalmente, dados e informações obtidas via Lei de Acesso à Informação (LAI).


Jonas Campos, 46 anos, repórter
Em mais de duas décadas como jornalista profissional, Jonas realizou inúmeras matérias sobre violação de direitos humanos em diferentes regiões do Brasil. Como repórter, conquistou prêmios ARI, Embratel, Esso, Ayrton Senna, Movimento dos Direitos Humanos, entre outros. É repórter da RBS TV e, desde 1996, faz reportagens especiais para o Jornal Nacional. A estreia no mais importante telejornal do país, inclusive, nos anos 1990, se deu com uma reportagem que denunciou as mordomias na prisão de um grupo de policiais recolhidos na carceragem do Palácio da Polícia suspeitos de crimes como tráfico, tortura e homicídios.

José Luís Costa, 52 anos, repórter
Jornalista formado pela Unisinos, é repórter de Zero Hora desde 1998. Conquistou 11 prêmios jornalísticos com matérias investigativas. Entre eles, o Prêmio ARI em 2009 e 2012, além do Prêmio Esso Regional Sul e o segundo lugar no Prêmio Latinoamericano de Periodismo de Investigação. Em 2013, venceu o Prêmio Esso de Jornalismo com a reportagem "Os arquivos secretos do coronel do DOI-Codi". A reportagem mudou a história do Brasil, desvendando duas das maiores farsas montadas por militares durante a ditadura no Brasil (1964 a 1985).

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