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Solar Energy do Brasil é líder em geração de energia elétrica solar no país

  • Escrito por  InformaMídia Comunicação
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Empresa alia economia na conta de luz a conceito de sustentabilidade

Quem pensa que transformar raios solares em energia elétrica é coisa do futuro, pode se acostumar porque o futuro chegou. Boa parte dessa popularização da energia elétrica solar é graças ao trabalho que vem sendo executado pela Solar Energy do Brasil, empresa líder no segmento. Fundada em 2011, pelos irmãos Henderson e Hewerton Martins, a companhia que nasceu como uma startup em Curitiba, Paraná, já ganha ares de grande empresa com atuação em território nacional.

Tudo começou com a resolução 482, de 2012, da Aneel - Agência Nacional de Energia Elétrica, que permitiu a produção de micro e minigeração de energia por qualquer brasileiro. “Fundamos a empresa um ano antes para estudar o mercado e contribuir com os aspectos regulatórios da norma. Foi um período muito importante para criarmos as bases do negócio, desenhando o planejamento estratégico e traçando cenários possíveis”, lembra Hewerton.

De lá para cá, já foram mais de 300 projetos de instalação, manutenção e monitoramento online das micro e mini usinas solares, nas áreas residencial, comercial e industrial. “A energia solar só tem benefícios. Além da economia financeira, há grande redução no volume de CO2 emitido. Ela reduz a conta do consumidor, ajuda o meio ambiente e ainda contribui para postergar os pesados investimentos em infraestrutura para a ampliação do parque elétrico nacional”, completa.

Funcionamento - Assim que alguém demonstra interesse em começar a gerar sua própria energia a partir dos raios solares, a Solar Energy apresenta um estudo preliminar, considerando a área disponível, a incidência de luz e a média de consumo de energia pelo cliente. Com o orçamento aprovado, a empresa parte para o processo regulatório junto à concessionária local e depois para a instalação dos painéis fotovoltaicos e do inversor, que vai converter a energia gerada pelo sol para uso final. O procedimento regulatório que entra em vigor em 01 de março prevê um prazo em torno de 34 dias para registro da usina, variando de uma concessionária para outra.

O sistema é simples. Durante o dia, com a incidência da luminosidade solar, a energia é gerada. Aquilo que não é consumido origina um crédito junto à concessionária. Durante a noite, o usuário utiliza a energia que vem da rede, mas como tinha créditos, não paga por ela. Se produzir mais do que consumir, fica com bônus. Dá até para transferir de uma casa de praia, por exemplo, para um escritório ou apartamento, desde que seja de uma mesma concessionária.

Na prática, o consumidor paga apenas a tarifa mínima. Um ponto importante é que a energia elétrica solar não tem nada a ver com aquecimento solar, que apenas aquece água. “Geramos energia elétrica comum, capaz de abastecer qualquer eletrodoméstico, eletroeletrônico ou maquinário industrial. Ou seja, não há nenhuma limitação para uso. Por isso, tanta economia”, garante.

O investimento varia de acordo com o perfil de consumo do cliente residencial, empresarial ou industrial, e a sua disponibilidade para captação de luz solar. O sistema tem vida útil de cerca de 25 anos e o retorno do investimento se dá geralmente após o sexto ano. Daí em diante, o cliente terá apenas lucro, pagando a tarifa mínima da concessionária. A empresa oferece contratos de garantia de cinco a 25 anos de assistência técnica em todo o país.

Excelência - Por ter nascido antes mesmo da resolução 482, que permitiu a geração individual de energia, a Solar Energy saiu na frente, sendo pioneira nesse mercado. Um de seus maiores diferenciais é a fabricação própria do inversor, um equipamento indispensável na composição dos sistemas de energia elétrica solar. O produto é testado e aprovado pelo Inmetro nas normas técnicas ABNT NBR 16.149 e NBR 16.150. A produção desse inversor abastece tanto os projetos da Solar Energy quanto os de outras empresas do setor. O fato de ser uma produção nacional confere maior segurança ao cliente.

Outro diferencial é que a empresa desenvolveu um aplicativo para os clientes monitorarem a sua geração de energia em tempo real. Nele, o usuário acompanha a produção no momento, o histórico, o total acumulado no dia, mês e ano. Dá para ver também o tanto de dinheiro que economizou e quantos quilos de CO2 deixou de emitir ao meio ambiente. “Essa foi uma solução bem simples e prática que encontramos para mantermos os nossos clientes de olho na economia que estão gerando”, esclarece Hewerton. Além disso, todos os instrumentos que aferem a qualidade dos sistemas fotovoltaicos são calibrados e homologados, atestando a efetividade da instalação de acordo com a norma NBR 16.274.

Perspectivas - Com todos esses atributos, as perspectivas de crescimento da Solar Energy são enormes. E não é para menos. Em dezembro, foi lançado pelo Ministério de Minas e Energia, o Programa de Desenvolvimento da Geração Distribuída de Energia Elétrica, o ProGD. O Programa prevê um investimento de aproximadamente R$ 100 bilhões até 2030. “A expectativa é que até lá existam 2,7 milhões de unidades consumidoras, entre residências, comércios, indústrias e o setor agrícola, o que pode resultar em 23.500 mW de potência instalada. Hoje são pouco mais de mil consumidores de energia elétrica solar em todo o Brasil”, explica. Para atingir essa meta, o governo pretende investir em programas de incentivo.

A Solar Energy está encabeçando ainda um projeto pioneiro de financiamento para instalação dos sistemas de energia elétrica solar. “Já conseguimos negociar com um grande banco um financiamento com taxa de juros anuais atrativas. Assim, nossa proposta é fazer o cliente trocar a conta de luz por uma parcela de geração de energia limpa e renovável que, diferentemente da conta, vai acabar, dando a ele total autonomia sobre sua geração de energia”, sugere. A empresa também estuda a obtenção de um seguro, capaz de reduzir ainda mais as taxas de juros.

Esse engajamento tem se tornado uma das marcas da empresa, que além de ter contribuído para a criação da norma, em 2012, participou ativamente da nova resolução, que entra em vigor no próximo dia 01 de março, sob o registro 687, alterando a anterior. Entre as novidades está a redução nos prazos de regulamentação pelas concessionárias, que cai de 90 para 34 dias devido à simplificação do processo. O período para utilização dos créditos aumentou, passando de 36 para 60 meses, além de aumentar o tamanho das mini usinas para até 5mW. “Essas alterações darão mais agilidade ao processo e novas vantagens ao consumidor. Tudo isso tornará a energia elétrica solar ainda mais atrativa e sustentável”, finaliza o empresário.

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