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Varejo de materiais de construção perde 199 vagas em fevereiro

  • Escrito por  João André de Moraes
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O resultado do 1° bimestre é o pior da história. Expectativa continua negativa até o final do ano.

Depois de gerar 165 vagas em janeiro, o varejo de materiais de construção da região Metropolitana de São Paulo (RMSP) voltou a perder postos de trabalho com carteira assinada. Em fevereiro, 199 empregos foram suprimidos nas cidades da região. Com isso, o saldo da movimentação de mão obra no primeiro bimestre ficou negativo em 34 vagas. Desde 2007, quando se inicia a avaliação do departamento de economia e pesquisa do Sincomavi, este resultado acumulado dos dois primeiros meses é o pior para tal período.

Geração de emprego no varejo de materiais de construção da RMSP

Primeiro Bimestre

Fonte: CAGED

Dentre os municípios que compõem a Região Metropolitana de São Paulo, as maiores quedas no mercado de trabalho formal em fevereiro foram registradas em Guarulhos (-46 vagas) e Santo André (-39 vagas).

Considerando o desempenho dos últimos doze meses, com saldos acumulados de março/15 a fevereiro/16, verifica-se que ocorreu uma retração de 3.381 postos de trabalho do estoque total. Neste caso, os municípios com os piores desempenhos foram São Paulo (-2.425 vagas) e Guarulhos (-375 vagas). Já Barueri e São Bernardo do Campo alcançaram desempenhos positivos, com 247 e 164 vagas geradas, respectivamente.

Geração de emprego no varejo de materiais de construção da RMSP

Fonte: CAGED

O resultado obtido em janeiro, saldo positivo de 165 vagas no varejo de materiais de construção na RMSP, considerado uma grata surpresa pelo economista Jaime Vasconcellos, se mostrou algo pontual. “A perda de quase 200 vagas em fevereiro, infelizmente, traz novamente a curva para patamares negativos do desempenho do mercado de trabalho”.

Os motivos para tal realidade já são de pleno conhecimento, como o aperto orçamentário das famílias e empresas. Endividamento e inadimplência em alta, juros caros e seletivos, inflação pressionando e desemprego aumentando inibem o consumo daqueles que ainda possuem capacidade para realizá-lo. “O impacto direto nas vendas é refletido em redução do quadro de trabalhadores”, ressalta Vasconcellos. Este cenário tende a se agravar ainda mais em 2016, principalmente em setores como o varejo de materiais de construção, no qual o gasto médio é elevado e o crédito se mostra essencial.

Sobre o SINCOMAVI – O Sindicato do Comércio Varejista de Material de Construção, Maquinismos, Ferragens, Tintas, Louças e Vidros da Grande São Paulo foi fundado em 18 de outubro de 1934 e representa mais de 35 mil lojistas em 29 cidades da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Juntas essas empresas possuem faturamento anual superior a R$ 15 bilhões (2013) e respondem por mais de 90 mil postos de trabalho (2011).

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