Brasil, 18 de Outubro de 2017
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Seis etapas na carreira impulsionadas pelo relacionamento

  • Escrito por  Ricardo Morato
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Boa convivência é decisiva em momentos de evolução profissional: do primeiro estágio à entrada no alto escalão corporativo.

Entregar resultados, superar metas e ganhar a admiração do mercado. Todas essas conquistas estão atreladas à capacidade de um profissional ter um bom relacionamento com as pessoas.

“O relacionamento é um exercício diário, uma prática que se modifica à medida que um profissional avança na carreira”, analisa Diego Mariz, gerente sênior da Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gerência, parte do PageGroup.

Veja abaixo 5 momentos da carreira em que a prática do relacionamento pode impulsionar a trajetória de um profissional.

1 - O estágio: a importância de criar contatos e fontes de aprendizado

É o momento onde normalmente o jovem profissional tem os primeiros contatos com a palavra networking: “Em geral, os compromissos da faculdade e trabalho se entrelaçam nessa fase, por isso é importante cultivar relacionamentos com profissionais mais experientes, professores e colegas de sala de aula. É nesta fase que o jovem começa a criar a sua própria cultura de contatos e novas referências. Vale destacar que a participação em cursos, palestras e eventos também contribui para a ampliação da rede”, ensina Manoela Costa, gerente executiva da Page Talent, unidade do PageGroup especializada na estrutura e na condução de todas as etapas de processos seletivos para estagiários e trainees.

2 – Os primeiros passos na carreira

Logo depois que o profissional passa pelo estágio, é hora de encarar a rotina de uma empresa. As primeiras incursões em cargos de entrada (analistas, assistentes e auxiliares) são os passos iniciais para que essa pessoa entenda a dinâmica de uma empresa e tudo o que envolve o mundo do trabalho. É nessa etapa que as habilidades operacionais precisam ser colocadas em desenvolvimento para que o lado analítico venha à tona. Nessa fase o profissional costuma ampliar bastante sua rede de contatos porque é colocado à frente de muitas pessoas de diferentes áreas e setores. “Ao receber tarefas mais estratégicas, o profissional deve se preocupar com novos insights para o negócio, a partir da troca de ideias com os colegas e da relação mais madura com os públicos interno e externo. Exemplo: o vendedor que conquista uma função de perfil técnico, além da rotina de buscar novos clientes, ele terá como prioridade integrar-se a todos os processos da área: desde formação de preços até elaboração de proposta de vendas, administração de pedidos, negociações e planos futuros. O desenvolvimento de habilidades mais analíticas é uma fase importante para que esse executivo esteja mais preparado para as primeiras promoções na carreira”, afirma Lucas Oggiam, gerente da Page Personnel, consultoria especializada em recrutar candidatos em cargos técnicos e de suporte à gestão para diversas áreas.

3 - Influência tecnológica na formação de relacionamentos digitais

O mercado de 2017 permanece aquecido para carreiras que unem poder de comunicação – ainda que em níveis bastante específicos – e forte espírito tecnológico, capaz de integrar departamentos (e por consequência, equipes e projetos), reduzir custos do negócio e, principalmente, melhorar a relação com os clientes. São carreiras que buscam crescimento para a empresa, convertendo a ideia de relacionamento com o cliente em “experiência de usuário”, um conceito que inclui satisfação na interface pessoa/empresa, redução de burocracia, análises comportamentais e preocupação com design (estética agradável) para produtos e serviços. “As empresas cada vez mais vão privilegiar profissionais dispostos a integrar suas habilidades às demandas da era digital, que incluem preocupação com tendências nas redes sociais, que podem gerar insights para melhoria de serviços e produtos, e um olhar mais atento aos indicadores de performance que fazem parte, por exemplo, da rotina de profissionais de Marketing, Finanças, Compliance e TI, entre outros. As empresas precisam pessoas que saibam comunicar os dados fornecidos pela tecnologia em uma linguagem clara e motivadora para as demais equipes e partes do negócio. A tecnologia não pode ser um impeditivo das relações humanas dentro do trabalho, pelo contrário, é uma ferramenta que permitirá mais reflexão, agilidade de até customização nas relações”, pontua Rui Furtado, gerente sênior da Michael Page.

4 - Bem-vindo à liderança: o desafio de conduzir, inspirar e reter talentos

Quando o profissional conquista um cargo de média ou alta gerência, a noção de bom relacionamento ganha o status de metodologia: “Mais do que uma aposta, o relacionamento será uma espécie de matéria de estudo para os líderes de todos os setores. Não existe no mercado do século XXI executivos que possam negligenciar a qualidade mais valiosa do mundo corporativo à real gestão de pessoas. Integrar indivíduos de diferentes formações, visões políticas, engajamento em redes sociais e habilidades pessoais exige complexos níveis de entendimento humano. Cada empresa e cada segmento possui os seus códigos específicos e uma cultura estabelecida. O certo é que o relacionamento é um valor prioritário. Empresas precisam investir milhões em tecnologias, fusões e aquisições, ações de inovação e na atração de talentos, mas é importante lembrar que todos esses pontos serão regidos, em primeira esfera, pela relação entre as pessoas. Logo, o fator humano jamais será depreciado. A capacidade de inspirar pessoas talvez seja o ponto de equilíbrio que pode salvar ou consagrar carreira de líderes que o mercado necessita”, analisa Diego Mariz, gerente sênior da Michael Page.

5 - Conselho administrativo: a dinâmica de relacionamento entre experts

Quando o profissional sênior tem o desejo de entrar para o conselho de administração de uma empresa, é fundamental que ele supere o tradicional papel de gestor e assuma o novo perfil de representante dos sócios: “Esta mudança, que nem sempre é simples, é um dos principais desafios para a maior parte dos executivos quando se tornam conselheiros. Atualmente, mais de 50% das indicações para cadeiras em conselhos são feitas pelas próprias empresas, por profissionais de RH ou dos próprios acionistas. Portanto, o networking tem papel fundamental nas pretensões dos futuros conselheiros. Uma das regras de ouro é sempre estar próximo desse público ou de consultorias especializadas. Experiência em governança corporativa, background em finanças e profundo conhecimento no setor de atuação da empresa são algumas das características que podem ajudar um executivo a fazer parte de um conselho de administração”, conclui Leandro Muniz, diretor da Page Executive, unidade dedicada ao recrutamento de executivos para a alta direção.

6 - Realização além da fronteira corporativa: empreendedorismo e busca por propósito

É cada vez mais comum que pessoas, de diversas idades, queiram aplicar suas competências em projetos de assinatura pessoal, muitas vezes fora das empresas ou em paralelo à carreira corporativa: “Vivemos o auge da cultura empreendedora, não apenas nos EUA, a partir do Vale do Silício, mas em diversos países do mundo, e claro, no Brasil. O bom relacionamento talvez seja uma espécie de capital inicial para tirar um projeto do papel. Em boa parte dos casos, as pessoas buscam sócios/investidores/equipes entre os próprios amigos e colegas mais próximos, pela razão óbvia de confiança estabelecida e pela ideia inerente a estes projetos de criar um ambiente de figuras com afinidades, remando para o mesmo lado. Para quem busca um novo propósito profissional, o foco em relacionamento será definidor para a sensação de êxito, que não necessariamente está atrelada a fatores financeiros, pois nestes casos, as pessoas desejam dar vazão aos seus talentos favoritos. Para quem deseja uma vida produtiva fora do universo empresarial, o poder de relacionamento corresponde a 50% do sucesso, que novamente, está associado a desejos pessoais. Agora, é impossível fugir das pressões e riscos (muitas vezes altíssimos) destas iniciativas. O candidato a empreendedor não pode abrir mão do planejamento”, finaliza João Klüppel, gerente sênior da Michael Page.

Sobre o PageGroup:

PageGroup é referência mundial em recrutamento especializado de profissionais em todos os níveis de uma organização para vagas permanentes, temporárias, terceirizadas, estágios, trainees e projetos massificados. Fundado na Inglaterra em 1976, é reconhecido pela experiência de seus consultores e pela qualidade de seus serviços.

Com ações na bolsa de valores de Londres, o PageGroup conta com uma estrutura global, que garante resultados de alto nível. É detentor das marcas Page Executive, Michael Page, Page Personnel e Page Interim

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