Brasil, 20 de Novembro de 2017
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Seis dúvidas sobre a retirada do sangue do cordão umbilical

  • Escrito por  Natalia Galluzzi
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Procedimento apresenta importantes resultados para o tratamento de doenças graves

No Brasil, assim como em todo o mundo, centros de pesquisa desenvolvem constantemente estudos sobre células-tronco. Para Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, a terapia celular é uma realidade e tem um futuro promissor: “em 1988, o professor Hal Broxmeyer fez o primeiro transplante usando o sangue de cordão umbilical e provou, já naquele ano, que pode ser usado com segurança em doenças oncohematológicas. Nos últimos anos, o campo da medicina regenerativa tem crescido de forma importante. Em virtude da falta de doador compatível, é imprescindível que a mãe considere a coleta de sangue de cordão umbilical para doação ou para guardar para própria família”, alerta o especialista.

Apesar do tema ser recorrente, muitos questionamentos ainda surgem. Abaixo, Dr. Nelson esclarece as principais dúvidas que cercam o assunto.

Quais doenças podem ser tratadas com o sangue do cordão umbilical? - Segundo a Fundação Parent's Guide to Cord Blood, o sangue do cordão umbilical vem apresentando importantes resultados clínicos para o tratamento de 80 tipos de doenças. Dentre as principais estão a Leucemia, Talessemia e Linfomas. Além disso, muitas doenças encontram-se em estudo avançando, como Diabetes Tipo 1, doenças neurológicas e, até mesmo, a Aids.

Como é feita a coleta do sangue do cordão umbilical? - A coleta é rápida, dura em torno de cinco minutos, e sempre é realizada imediatamente após o nascimento do bebê. “A drenagem do sangue do cordão umbilical é feita por meio de uma punção com agulha na veia umbilical e seu acondicionamento numa bolsa contendo anticoagulante e nutriente. Todo o processo de coleta deve ser realizado com cuidados de esterilidade. O tempo de transporte entre a coleta e o processamento deve ser no máximo de 48 horas”, explica o especialista.

Existe algum risco para a mãe ou para o bebê? - Não existe risco nenhum. A coleta é feita após completa separação do bebê da placenta. Além disso, a coleta somente é realizada em caso de parto sem intercorrência e com anuência do médico obstetra.

Qual a forma de armazenamento? - No Brasil quem opta por armazenar o material em um Banco Público está doando sangue do cordão umbilical. Este material poderá ser utilizado por qualquer pessoa que necessitar. A doação corre sob sigilo e a família não poderá reivindicar a qualquer tempo o próprio sangue de cordão doado. No caso do Banco Privado, somente a família terá acesso às células-tronco congeladas. “Armazenar no Banco Privado é como ter um seguro biológico da sua família. Este procedimento é pago e custa, inicialmente, cerca de R$ 3 mil. Anualmente, também é cobrada uma taxa de manutenção da estocagem. Obviamente, estes valores podem variar entre os bancos privados e aumentar devido aos custos relacionados a transporte”, esclarece Tatsui.

Quanto tempo o cordão pode ficar congelado? - Não há tempo máximo definido pela literatura. Há relatos que indicam unidades congeladas há aproximadamente 25 anos, que ainda demonstram viabilidade celular adequada.

Como os pacientes receberão as células-tronco? - Após o tratamento quimioterápico/radioterápico ou no preparo do paciente para o transplante, o sangue de cordão umbilical é descongelado e infundido na veia como se fosse uma transfusão de sangue.

Sobre a Criogênesis

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 14 anos de experiência com células-tronco, é membro institucional da AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue). A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro. www.criogenesis.com.br

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