Brasil, 22 de Janeiro de 2017
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Fonoaudióloga lança canal para desvendar mistérios sobre o autismo

  • Escrito por  Estratégias em Comunicação
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Fonoaudióloga lança canal para desvendar mistérios sobre o autismo

A fonoaudióloga Danielle Damasceno acaba de lançar o canal "Aprendendo a brincar na mesma roda" no You Tube, com a finalidade de esclarecer profissionais e familiares sobre o TEA (Transtorno do Espectro Autista). O objetivo é trazer informações sobre como ter um diagnóstico preciso, informar sobre as terapias indicadas para cada tipo de autismo e falar sobre as questões que envolvam a inclusão da criança com TEA na educação infantil, como a importância de um mediador nas escolas. Para entrar na página basta acessar o link: https://www.youtube.com/channel/UCUZVvCniCnWjMQAVA979zRQ. Os cinco primeiros vídeos que serão apresentados são:

- Fatores importantes para que o processo de inclusão seja possível nas escolas;

- Inclusão de crianças com atraso de linguagem em um contexto bilíngue;

- Fatores importantes para que o trabalho de mediação escolar seja realizado com eficiência;

- Sobre a importância do acolhimento às famílias dentro da escola;

- As adaptações no ambiente escolar vão além do material pedagógico do aluno.

Sobre Danielle Damasceno

Danielle Damasceno começou a carreira como professora da escola inclusiva Rabisco e Ação. Foi assim que descobriu a vocação para trabalhar com o desenvolvimento infantil e suas desordens. “Sempre gostei de trabalhar com pequenos e, quando chegava alguma criança especial, me dedicava ao máximo para desenvolver suas capacidades”, relembra ela.

Assim, 13 anos se passaram e Danielle, formada em fonoaudiologia, durante este período se especializou no desenvolvimento das habilidades cognitivas das crianças que possuem o espectro autista com dificuldades de fala, linguagem e aprendizagem. “O autismo surgiu assim que concluí a faculdade de fonoaudiologia através da indicação de uma profissional que confiava no meu trabalho. Quando chegou a primeira criança autista, percebi que precisava estudar e pesquisar muito sobre o assunto já que, infelizmente, as faculdades não davam o enfoque necessário a este assunto na época da minha formação”, conta ela.

Dessa maneira, participou de congressos, cursos, foi mediadora escolar e se especializou no transtorno, que inclusive foi objeto de dissertação do seu mestrado. “Decidi abrir o meu espaço, o Aprendendo a brincar na mesma roda. No meu trabalho, avalio o perfil sensorial destas crianças, além da avaliação fonoaudiológica de linguagem e fala, e depois traço um plano terapêutico”, explica ela, que também presta consultoria para escolas.

O tratamento é individualizado. Segundo ela, cada família é única em seu momento de luto e aceitação e, dessa forma, o acolhimento que precisa dar aos pais vai do momento do primeiro contato até a conclusão do trabalho realizado. “A família precisa se sentir certa de que pode contar comigo em qualquer situação. Para isto, é necessário doação e muita sensibilidade para ouvi-los nas suas mais profundas tristezas, e até perceber numa fala ‘atravessada’ de uma mãe ou pai, um desabafo apenas, e não algo pessoal”, revela.

De um tempo para cá, houve um aumento no número de crianças e bebês diagnosticados com TEA, sendo que segundo uma pesquisa americana, os fatores relacionados ao ambiente externo chegam a deter 50% da responsabilidade pelo transtorno. De acordo com a fonoaudióloga, uma gama de características devem ser levadas em consideração para o diagnóstico. “Ao mesmo tempo que ir ao shopping pode ser uma ‘agressão’ visual e auditiva para uma criança com o transtorno, para outra pode ser o máximo - e para esta criança, estar em um local com ‘muito’ estímulo (auditivo e visual) pode ser a porta de entrada para as aprendizagens de uma forma geral”, define Danielle, atestando que nem todo profissional está preparado para avaliar de forma eficaz uma criança autista. “O autismo não é uma disfunção num equipamento mecânico ou elétrico que possua um manual para repará-lo. Sendo que uma das maiores dificuldades que a família da criança autista enfrenta é a inclusão na sociedade. As pessoas não sabem conviver com o diferente. A sociedade não está preparada para receber o diferente. Precisamos mudar isso”, finaliza a especialista, acrescentando que o tratamento de uma criança autista se dá com uma equipe multidisciplinar composta por psicólogo, fonoaudiólogo, psicopedagogo, terapeuta ocupacional, psicomotricista, educador físico (de acordo com a necessidade de cada criança), e em algumas situações com intervenção medicamentosa sob a orientação e acompanhamento de um neurologista ou psiquiatra infantis.

Sobre o espaço Aprendendo a brincar na mesma roda

O espaço Aprendendo a brincar na mesma roda traz um aspecto bem interessante para a inclusão da criança autista. Todas as atividades são "brincadeiras" para as crianças, que podem ser atendidas pela especialista desde bebê até os 13 anos de idade. “A proposta é fazer a criança achar que está apenas brincando e, assim, trabalhar as habilidades necessárias para que o objetivo do plano terapêutico seja concretizado”, diz.

A fonoaudióloga também faz questão de deixar a mãe - ou responsável - totalmente à vontade para participar da sessão no local, que tem um espaço kids lúdico. Este diferencial se dá pela formação da especialista em terapia DIR/Floortime, um método americano de tratamento que privilegia a relação com os pais no ambiente terapêutico, além de ter uma abordagem desenvolvimentista, valorizando o prazer e a iniciativa da criança na escolha da atividade proposta.

Também especializada em integração sensorial, Danielle é capacitada para traçar o perfil da criança e fazer um planejamento específico para cada disfunção sensorial, enriquecendo assim, seu atendimento fonoaudiológico.

Serviço: Avenida Ruy Frazão Soares, 191- sala 214 (ala Jamaica)- Shopping La Playa Festmall/Alphabarra- Barra da Tijuca
(21) 982762588 (21) 32813821

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