O encontro tem o objetivo de apresentar aos visitantes a metodologia e os resultados da política de gestão de riscos da entidade, já que a visita é parte do projeto para a implementação da Supervisão Baseada em Riscos (SBR) na recém-criada Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar), com consultoria do Banco Mundial - instituição internacional que tem desenvolvido projetos de SBR em países como Holanda, Dinamarca, Austrália e México.
"O setor de previdência complementar do Brasil tem ostentado um grau de maturidade elevado. Isso pode ser observado na proatividade de muitos fundos, que já estão estruturando processos que anteveem os riscos inerentes a sua atividade, de forma a minimizar situações que possam afetar suas operações e sua imagem", afirma o diretor presidente da Fundação Cesp, Martin Glogowsky, que será o anfitrião do encontro, acompanhado pela diretoria da entidade.
Sobre a Fundação CESP
A entidade é o maior fundo de pensão patrocinado por empresas da iniciativa privada do país, de acordo com dados da Secretaria de Previdência Complementar (SPC). Com recursos para investimento da ordem de R$ 16,3 bilhões em 2009, ocupa a quarta posição no ranking geral do setor por ativos de investimento. Atualmente, tem como patrocinadoras as seguintes empresas: Grupo AES Brasil (AES Tietê S.A., AES Eletropaulo e AES Eletropaulo Telecom); Grupo CPFL Energia S.A. (CPFL Paulista, CPFL Brasil, CPFL Piratininga e CPFL Geração); Cesp; ISA CTEEP; Elektro; EMAE; Bandeirante; e Duke Energy International - Geração Paranapanema.

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