Brasil, 21 de Agosto de 2017
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Aliança batiza seu primeiro rebocador portuário, o Aliança Minuano

  • Escrito por  Elida Gonçalves
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Estaleiro Detroit entregará duas novas embarcações da mesma série até o final deste ano

A Aliança Navegação e Logística batizou na última sexta-feira (23/7), no Estaleiro Detroit Brasil, em Itajai - Santa Catarina, seu primeiro rebocador portuário, o Aliança Minuano. Considerada de última geração e adequada para navios cada vez maiores, a embarcação com 32 metros de comprimento tem uma capacidade de tração estática de 70 toneladas bollard pull.

Até o final deste ano, o Estaleiro Detroit entregará dois outros rebocadores da mesma série: Aliança Aracati (setembro) e Aliança Pampeiro (dezembro). Mais quatro embarcações de uma série ainda mais moderna estarão disponíveis ao longo de 2019. Todos os rebocadores serão operados diretamente pela Aliança.

Segundo José Roberto Salgado Sobrinho, diretor da Aliança Navegação e Logística, o mercado demanda rebocadores de maior porte e há oportunidades interessantes para expandir no Brasil. “Como é uma área em que não atuamos diretamente, a Aliança está trabalhando em acordos operacionais com empresas já estabelecidas no mercado, na comercialização dos serviços destas embarcações”, explica o executivo.

Os três rebocadores da Aliança, que estarão disponíveis até o final do ano, custarão R$ 90 milhões.

Batismo

O Aliança Minuano foi batizado pela funcionária Dalva Negretti, coordenadora na Aliança Navegação e Logística. Ela atua na empresa há 35 anos e foi indicada pela diretoria como uma homenagem à dedicação da funcionária, que se aposenta em outubro.

Os demais rebocadores também serão batizados por funcionárias com mais tempo de casa e com histórias que servem de inspiração para toda a empresa.

Sobre a Aliança Navegação e Logística

A Aliança Navegação e Logística foi fundada em 1950 por Carl Fisher. Em 1998, a empresa foi adquirida pelo Grupo Oetker, também proprietário da Hamburg Süd. Em 1999, a Aliança retoma o transporte de cabotagem no Brasil, que até então era subutilizado.

Entre 2013 e 2014, a Aliança reestruturou sua frota de cabotagem com um investimento de R$ 700 milhões na compra de 6 navios porta-contêineres com capacidades que variam de 3.800 TEUs a 4.800 TEUs. Atualmente, a empresa conta com 11 navios em operação no serviço, com amplo atendimento em 15 portos de Buenos Aires até Manaus, e um total de 104 escalas mensais.

A Aliança é market leader na cabotagem e possui uma carteira de clientes que vai do arroz ao zinco, com grandes, pequenas e médias empresas e em praticamente todos os segmentos do mercado, com destaque cada vez maior para os segmentos de bens de consumo duráveis. No ano passado, obteve um faturamento de R$ 3,3 bilhões e movimentou 673 mil contêineres.

A empresa tem forte atuação no mercado externo, com 25 navios porta-contêineres que fazem a rota internacional, distribuídos em 9 serviços. Além disso, oferece o transporte de granéis (fertilizantes, grãos e minérios), onde são utilizados 8 navios com capacidade que vão de 38 mil toneladas a 45 mil toneladas.

 

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