Brasil, 14 de Dezembro de 2017
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CPFL Energia e Instituto Ecofuturo ampliam parceria e levam projeto Biblioteca Comunitária para o Sul do país

  • Escrito por  Lara Mengatti
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RGE, empresa do grupo CPFL, investirá R$ 700 mil na implantação de duas unidades em Igrejinha e Nova Hartz, municípios da região metropolitana de Porto Alegre

A CPFL Energia, maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, e o Instituto Ecofuturo, organização mantida pela Suzano Papel e Celulose, ampliaram a parceria no projeto Biblioteca Comunitária e levarão a iniciativa ao Sul do país. Na região, a implantação de duas bibliotecas será financiada pela Rio Grande Energia (RGE), uma das empresas da CPFL no Rio Grande do Sul, e terá investimento de R$ 700 mil.

As cidades beneficiadas com as bibliotecas abertas à comunidade são Igrejinha e Nova Hartz, localizadas no Vale do Paranhama, e foram escolhidas pela RGE com o intuito de apoiar e fortalecer políticas públicas de leitura e de biblioteca. Com o projeto, a concessionária também visa fomentar o acesso a livros de literatura, além de estreitar o relacionamento com o governo municipal, uma vez que as Prefeituras também apoiam a implantação e serão responsáveis pela manutenção dos espaços após inaugurados.

Ao longo do seu desenvolvimento, o projeto, já realizado há 18 anos pelo Ecofuturo, terá intensa participação da sociedade civil, com a mobilização das comunidades do entorno para acompanhamento e sugestões ao processo e à composição de parte do acervo. O objetivo é aproximar ainda as pessoas das novas bibliotecas para que se apropriem do espaço e imprimam nele sua identidade.

O presidente da RGE, José Carlos Saciloto Tadiello, destacou a importância da parceria entre o Instituto Ecofuturo e o Grupo CPFL para a construção da cidadania por meio do incentivo à cultura. “Um dos princípios da RGE é criar valor para as comunidades onde a distribuidora está inserida. Nossa participação em um projeto que tem como objetivo consolidar a educação por meio do acesso à leitura nos orgulha muito”, destacou.

O processo de implantação das Bibliotecas Comunitárias dura cerca de 18 meses e a inauguração está prevista para o segundo semestre de 2018. A próxima etapa envolve a definição dos locais específicos que receberão as unidades. Os pontos serão determinados pelo Instituto Ecofuturo, em conjunto com o Poder Público, após a realização de um diagnóstico que avalia informações sobre o município, incluindo dados sobre educação e leitura, e uma visita técnica da equipe responsável. Por ter caráter comunitário, um dos pré-requisitos para a implantação é que a comunidade tenha acesso irrestrito à biblioteca, além dos alunos e professores, quando instaladas em escolas da rede municipal.

Cada unidade receberá 1 mil livros novos de literatura, dois computadores, impressora, software para gestão da biblioteca, equipamento de TV, Blue Ray e parte do mobiliário que compõe o espaço. Além disso, o projeto contempla a capacitação de cerca de 40 profissionais em cada cidade para atuarem como auxiliar de biblioteca e promotor de leitura. A previsão é que, por ano, cerca de 12 mil pessoas frequentem os locais.

Com as novas bibliotecas no Sul do país, o projeto Biblioteca Comunitária alcançará o marco de 112 unidades distribuídas em 12 estados brasileiros. Para Marcela Porto, superintendente do Instituto Ecofuturo, a ampliação do projeto é importante para fomentar a promoção de leitura no Brasil e a construção de um futuro mais sustentável. “O projeto busca atender os interesses das comunidades locais e oferecer literatura de qualidade a todos, contribuindo para a democratização do acesso ao livro e para promoção de leitura. Entendemos que o desenvolvimento desta competência, em conjunto com a escrita, é fundamental para assegurar o acesso ao conhecimento e a formação de cidadãos mais críticos e conscientes, capazes de interagir de forma responsável e positiva entre si e com o ambiente em que vive”, afirma.

O investimento do Grupo CPFL Energia no projeto Biblioteca Comunitária faz parte da sua estratégia de uso dos recursos do subcrédito social, uma linha de crédito concedida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quando uma empresa contrata um financiamento para a realização de investimentos. Com este crédito, a companhia tem buscado apoiar negócios de impacto e políticas públicas que promovam a melhoria dos indicadores sociais de suas comunidades. Até o momento, a CPFL Energia já investiu R$ 1 milhão no projeto Biblioteca Comunitária e, junto ao Ecofuturo, está implantando três bibliotecas em escolas públicas nas cidades de Bebedouro, Campinas e Marília, no interior de São Paulo.

Sobre o projeto Biblioteca Comunitária Ecofuturo

A aquisição de competências de leitura e escrita são a base para a educação de qualidade e desenvolvimento da consciência crítica. Com esta visão, o projeto tem como objetivo contribuir para a implantação e qualificação de política pública de leitura e de biblioteca, para a democratização do acesso ao livro, formação de leitores e a universalização de bibliotecas no País. Em parceria com o poder público, iniciativa privada e comunidade local, o Ecofuturo trabalha na implantação de bibliotecas em escolas públicas, abertas à comunidade, e no incentivo à promoção de leitura. Alguns destaques:

• 107 bibliotecas implantadas em 12 estados.

• Média de 6 mil atendimentos por ano em cada unidade.

• 4 mil pessoas formadas nos cursos de Auxiliar de Biblioteca e Promotor de Leitura.

• Realização de oficinas de gestão e sustentabilidade com representantes do poder público.

Sobre o Instituto Ecofuturo

O Instituto Ecofuturo, criado e mantido pela Suzano Papel e Celulose, acredita que é a partir da integração do homem com a natureza, do entendimento de sua relação com o todo, que a intenção se transforma em ação para mudar o presente e o futuro para melhor. Desde 1999, atua como articulador entre a sociedade civil, o poder público e o setor privado, buscando contribuir para a expansão da consciência socioambiental por meio do compartilhamento de saberes, práticas de cuidado e mensuração de impactos. Mantém projetos que contribuem para o fortalecimento da prática de leitura e pela conservação do meio ambiente. Para mais informações, visite www.ecofuturo.org.br.

Sobre a RGE

A Rio Grande Energia (RGE) é a distribuidora de energia elétrica da região norte-nordeste do Estado do Rio Grande do Sul. Originada do modelo de concessão pública para distribuição de energia elétrica em 21 de outubro de 1997, a empresa atende 255 municípios gaúchos, o que representa 54% do total de municípios do Estado.

A área de cobertura da RGE divide-se em duas grandes regionais: a Centro, com sede em Passo Fundo, e a Leste, com sede em Caxias do Sul. São 90.718 km² - 34% do território do Estado. Agrupadas, essas regiões apresentam um dos melhores índices sociais e econômicos do Brasil e também são as responsáveis pelo maior polo agrícola, pecuário, industrial e turístico do estado.

A RGE se orienta pela Gestão de Qualidade Total para atingir, cada vez mais, altos níveis de eficiência para seus consumidores sendo parceira dos municípios gaúchos no desenvolvimento econômico do RS dentro de sua área de concessão. Desde 2006 a RGE passou a fazer parte integralmente do grupo CPFL Energia, o maior grupo privado do setor elétrico brasileiro.

Sobre a CPFL Energia

A CPFL Energia, há 104 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 14,3% de participação, totalizando mais de 9,1 milhões de clientes em 679 cidades em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.

Na comercialização, é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 14,1% na venda para consumidores finais entre as comercializadoras. É um dos líderes na comercialização de energia incentivada para clientes livres.

Na geração, é o terceiro maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.248 MW de potência instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011, criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.192 MW no final do terceiro trimestre de 2016. O Grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os maiores investidores brasileiros.

A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e ADR Nível III na NYSE, além participar do Índice Dow Jones Sustainability Index Emerging Markets e do Morgan Stanley Capital International Global Sustainability Index (MSCI). Pelo 12º. ano consecutivo, as ações da companhia integram a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.


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