Brasil, 1 de Outubro de 2016
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TOKIO MARINE SEGURADORA

Franquias ‘no potinho’ desafiam a crise e viram mania em 2016

Salada, bolo, comida brasileira, coxinhas e frango são só alguns dos produtos vendidos por empresas que aderiram ao sistema de franquias para disseminar a ideia.

Eles viraram mania em todo território nacional. Do bolo à salada, passando pela coxinha e até comida brasileira tudo é vendido para ser consumido no ‘potinho’ e não demorou para que essa febre atingisse o franchising. Em tempos de crise, facilitar o consumo do cliente final está na moda.

A adoção dos potinhos combina com o tempo cada vez mais escasso do brasileiro para realizar suas refeições. Segundo pesquisa realizada pelo Conectaí, o braço online do IBOPE, divulgada em 2015, 78% dos brasileiros almoçam em, no máximo, uma hora, enquanto que 23% almoçam em até 30 minutos.

“As pessoas buscam cada vez mais praticidade, seja dentro ou fora do shopping. As praças de alimentação muitas vezes estão lotadas e as pessoas também almoçam cada vez mais fora do horário. No caso das sobremesas existe também a facilidade de comer algo e continuar andando para conferir as vitrines. As franquias com este conceito vão ganhar muito espaço em 2016”, explica Fabricia Vidaurre, diretora da Expande Franquias, especializada na gestão e disseminação de projetos franqueáveis.

No caso da Yes Bolo, que chegou ao mercado no final de 2015, a inspiração para o negócio veio da internet. Wallace Tonon, fundador da marca, acompanhou de perto o movimento das filhas adolescentes, que viam nos blogs e nas redes sociais as fotos dos bolinhos no pote feitos artesanalmente e replicavam as receitas em casa.

“Elas viam as receitas na internet, faziam em casa e levavam para a escola. A onda dos blogs e da infinidade de imagens que viam na internet me chamou a atenção. A insistência foi grande para que eu finalmente provasse o ‘tal bolo no pote’. Achei gostoso e resolvi transformar isso em negócio”, explica Tonon que já tem duas operações da Yes Bolo em funcionamento –São Paulo e Jundiaí. Cada operação vende em média 150 unidades do produto por dia e já existem negociações para levar a franquia para outros cinco shoppings na Grande São Paulo.

A Saladenha também usou a internet para dar vida ao negócio, sobretudo em suas primeiras semanas.

“Comecei colocando R$ 30 em anúncios no facebook e as coisas começaram a acontecer. No 16º dia de vida vendemos 50 saladas em um só dia e senti que a coisa estava começando a virar”, relembra Leandro Telles, responsável pelo setor de marketing da Saladenha, que um ano após a venda da primeira salada no potinho já conta com três lojas físicas abertas, mais duas em construção e recebeu um aporte de quase R$ 2 milhões por parte de um investidor.

Só Coxinhas e Rapabox são mais dois exemplos de empresas que vendem seus produtos no potinho e aderiram ao modelo de franquias.

“A gente começou fazendo apenas o delivery. Usávamos um potinho de sorvete que adaptamos. Hoje já existe uma loja física e negociações avançadas para levar o conceito para Belo Horizonte”, diz Fabiana Siqueira, fundadora do Rapabox, que leva o nome em virtude de uma brincadeira de criança. “Nos almoços de família era comum que nós, então crianças, pedíssemos que o arroz do fundo da panela ficasse queimadinho. Todo mundo disputava a ‘rapa’, como era conhecido este arroz”, lembra Fabiana que hoje vende mais de três mil unidades por mês do seu rapabox, uma adaptação do virado (para os paulistas) e do mexido (para os mineiros) em Divinópolis, em Minas Gerais.

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