Brasil, 21 de Agosto de 2017
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Brasil arrecada muito, mas não dá retorno em serviços à população, pela 6ª edição consecutiva de estudo do IBPT

  • Escrito por  Bruna Raicoski
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O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT continua analisando os 30 países que possuem as maiores cargas tributárias do mundo em relação ao retorno de serviços à população, e, em 2017 constatou que pelo 6º estudo consecutivo o Brasil é o país que proporciona o pior retorno em serviços públicos à sociedade em proporção aos tributos arrecadados nas três esferas de poder: federal, estadual e municipal.

O estudo “Carga Tributária/PIB x IDH – Cálculo do Índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade - IRBES”, concluído no mês de março, leva em consideração a carga tributária em relação ao PIB, ou seja, toda a riqueza produzida no País, e o Índice de Desenvolvimento Humano – IDH, que mede a qualidade de vida da população.

O destaque desta edição é a Suíça, que no último estudo figurava em 4º lugar e agora aparece na liderança, como o país que, mesmo com uma carga tributária não tão elevada, de (26,90%) consegue oferecer à população serviços públicos de qualidade. Já a Austrália que era líder do ranking, passou a ocupar a 4ª posição, ficando atrás da Coreia do Sul e dos Estados Unidos.

O Brasil, mesmo com arrecadação altíssima (33,65% do PIB, em 2014 ), não consegue aplicar esses recursos de forma que a população tenha um melhor retorno desses valores, ficando atrás, inclusive, de países da América do Sul, como Uruguai e Argentina.

O levantamento aponta que, apesar de terem cargas tributárias muito próximas à do Brasil, no ano de 2014, a Espanha com (33,20%) ocupa a 12ª posição; a República Tcheca com (33,50%) assume a 15ª; e Grécia com (35,90%) que mesmo em 20º lugar, estão muito à frente do País no que se refere à aplicação de recursos em benefícios dos seus cidadãos.

De acordo com o presidente executivo do IBPT, João Eloi Olenike “Infelizmente, o Brasil apesar de registrar sucessivos recordes de arrecadação de tributos, continua oferecendo um péssimo retorno aos contribuintes, no que se refere às condições adequadas para o desenvolvimento da sociedade como, qualidade do ensino, atendimento de saúde pública, segurança, saneamento básico, entre outros serviços, ficando estagnado seis anos consecutivos e vendo outros países com carga tributária menor ou equivalente evoluírem no ranking.”, observa.

(Estudo IRBES 2017 - Estudo índice de retorno e bem estar à sociedade 2017)

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