Brasil, 1 de Outubro de 2016
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CIEAM completa 37 anos de atividades

Foco principal da entidade é a união entre os demais órgãos representativos do setor produtivo do Amazonas, visando o fortalecimento do Polo Industrial de Manaus

Neste mês, o CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas) comemora 37 anos, com uma grande missão: buscar maior aproximação com os outros setores produtivos da região. Com esta parceria fortalecida, o objetivo é avançar em suas metas, que envolvem o desenvolvimento local por meio da geração de empregos, da capacitação profissional, de novas matrizes econômicas e do melhor aproveitamento dos recursos genuínos. “Temos, isoladamente, iniciativas que vão prosperar, na medida em que trocarmos ideias e condutas de crescimento integral”, explica Wilson Périco, presidente da entidade. “O CIEAM é uma associação representativa da indústria, porém, só será de fato atuante se unida às demais entidades da ação emp resarial da região, para defender os avanços da ZFM (Zona Franca de Manaus).”

Criado em 1979, sob os cuidados do empresário da agroindústria Mário Expedito Guerreiro, pela necessidade de mobilização de parceiros da área de tecelagem, serrarias, eletroeletrônicos e duas rodas, o CIEAM é hoje um dos principais porta-vozes dos pleitos das empresas em atividade no PIM (Polo Industrial de Manaus). Apesar do grande foco na luta pelo equilíbrio das matrizes econômicas, a entidade também procura agir como fomentador de grandes debates, focados no fortalecimento socioeconômico da região. Exemplos desta atuação são os Encontros de Notáveis e os Debates Produtivos, eventos que trazem à tona os principais temas de interesse da indústria, do mercado regional e também nacional.

Projetos
Segundo Périco, a atenção do CIEAM em seu 37º aniversário está voltada para maior investimento no turismo, a fim de auxiliar o crescimento dos segmentos de comércio e serviços, indústria, bioindústria, pecuária e agroindústria, com a criação de um serviço de informações sobre o setor produtivo da ZFM e uma melhor comunicação sobre as riquezas e recursos da região. A entidade acredita que, ao levar mais turistas ao Estado, a imagem pode ser fortalecida com uma nova visão, proporcionando a obtenção de recursos e investimentos, a partir de um conhecimento mais aprofundado sobre a região.

Outro ponto de atenção é o fortalecimento do centro de estatísticas, com dados consolidados para acompanhamento mais detalhado e divulgação das movimentações realizadas no PIM, assim como identificar e gerenciar as suas principais dificuldades. A instalação de um Centro de Exposições, que pode ser utilizado para feiras de vendas e/ou rodadas de negócios, também está entre as prioridades do CIEAM. “São ações que contribuirão para fortalecer a região e ajudar os nossos jovens, por exemplo, a enxergar um futuro mais promissor em Manaus, gerando riquezas, sem destruir o meio ambiente.”

Desafios
Apesar dos anos de atuação, o CIEAM ainda possui muitos desafios que precisam ser encarados. Na avaliação de Périco, o que faltou, até o momento, para que o cenário se tornasse tão favorável quanto o esperado, foi a visão em longo prazo e a vontade política para reter na região a riqueza produzida. “O Brasil já teria integrado e respeitado o modelo da ZFM se tivesse existido maior alinhamento entre o INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e, sobretudo, com as entidades do comércio e do setor primário. Com a Federação da Indústria, do Comércio, Agricultura, a Associação Comercial, a Câmara e a Federação dos Dirigentes Lojistas, podemos, e devemos, ir ma is longe, para planejar e por em prática o Amazonas que sonhamos e queremos, próspero na capital e no interior”, pondera o presidente.

De acordo com a entidade, apenas três setores do polo industrial respondem por 50% da produção e faturamento da ZFM. Porém, a estimativa é que, em 10 anos, as mudanças serão drásticas para os três setores, por não ser um modelo sustentável. “Por isso, é essencial reter os recursos que o modelo tem gerado para criar novas saídas. Aquilo que, insistentemente temos chamado de novas matrizes econômicas, não significa, necessariamente, abrir mão das indústrias atuais. Pelo contrário, temos que diversificar, e isso só sairá do papel se o poder público trabalhar com políticas mais claras com relação à divisão dos incentivos.”

O CIEAM tem números para defender sua posição: o Amazonas representa o terceiro maior PIB Industrial do País. No entanto, a planta fabril mais generosa do ponto de vista fiscal possui apenas 0,6% das indústrias do Brasil.

Sobre o CIEAM
O CIEAM (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), constituído há 37 anos, tem como principal atribuição atuar de forma técnica e política em defesa de suas empresas associadas e dos princípios da economia baseada na livre iniciativa. Com sua longa experiência, o CIEAM está preparado para assistir as empresas associadas que estão iniciando suas atividades e as que se encontram em fase de expansão e diversificação de seus mercados. Priorizando a competitividade da Zona Franca de Manaus, seus principais pleitos são o aproveitamento dos recursos recolhidos pelas indústrias para o desenvolvimento da Amazônia Ocidental, como previsto em lei, a criação de matrizes econômicas, para que a região não dependa exclusivamente do modelo Zona Franca, e a uni&a tilde;o entre indústria e academia para a formação de pesquisadores com foco em inovação. O Polo Industrial de Manaus arrecada cerca de R$ 20 bilhões por ano em impostos e contribuições.

 

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