Brasil, 26 de Setembro de 2016
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CPFL: Proibição das lâmpadas incandescentes gera oportunidade de economia de energia

Produto vem sendo retirado do mercado desde 2012 e a comercialização e a importação passa a serem proibidas a partir de hoje no Brasil

Presente durante décadas na vida de milhões de residências brasileiras, as lâmpadas incandescentes deixam, em definitivo, de fazer parte do cotidiano da população a partir de hoje, quando passa a vigorar a proibição para a importação, a comercialização e a fabricação deste tipo de lâmpada em todo País. Daqui para frente, apenas poderão ser vendidos para a população os modelos halogêneos, fluorescentes compactos e LED.

Embora seja um dos ícones da história da energia, a restrição à utilização das lâmpadas incandescentes começou em 2012, como reflexo do avanço de novas tecnologias mais eficientes. Naquele ano, o governo federal iniciou a proibição da venda de equipamentos com potência superior a 150 W. No ano seguinte, os modelos entre 100W e 60W foram retirados das prateleiras e, em 2014, entre 60W e 40W. Agora, a legislação eliminou do mercado as lâmpadas com potência inferior aos 40 W.

De acordo com o gerente de Eficiência Energética da CPFL Energia, Luiz Carlos Lopes Jr., o principal ganho para a população com a substituição das lâmpadas é a economia financeira a longo prazo. Uma lâmpada incandescente, em média, tem uma vida útil de 750 horas, ao passo que as fluorescentes têm 6 mil horas e as de LED podem passar das 25 mil horas.

“Durante muito tempo, não houve o desenvolvimento de novas tecnologias em lâmpadas. Isso mudou nos últimos anos, e novos processos passaram a ser utilizados. Por isso, ainda existe um impacto maior no custo inicial de aquisição das lâmpadas fluorescentes e de LED. Mas o investimento é compensado com a vida útil delas e, principalmente, com a economia no consumo de energia”, explica Lopes Jr.

A economia de energia, segundo o coordenador da EE, pode chegar até 85% no comparativo entre os equipamentos incandescentes e os de LED. Já uma lâmpada fluorescente gera uma economia de até 75% se comparada com um modelo comum que produz a mesma luminosidade. “As lâmpadas incandescentes emitem cerca de 5% da energia que consomem em luminosidade, sendo que o restante é transformado em calor. Por isso, esta lâmpada não é um equipamento eficiente”, acrescenta. O calor emitido também contribui para aumentar a temperatura do ambiente, colaborando para o maior uso de ar-condicionado e refrigeradores durante os meses do verão.

Outro ponto destacado por Deters é relacionado à cor da luz. Com a evolução da tecnologia, alguns equipamentos de LED já conseguem se aproximar do tom mais amarelado, associado ao maior conforto, produzido pelas lâmpadas incandescentes, não deixando os ambientes tão brancos, uma das principais queixas de muitos consumidores. Com a inserção de novos produtos no mercado, a tendência é de que a composição dos ambientes fique cada vez mais agradável e possa reproduzir qualquer tipo de iluminação que antecedeu a tecnologia de LED.

Nos últimos 15 anos, a quantidade de lâmpadas eficientes doadas a população pelo Programa de Eficiência Energética das distribuidoras da CPFL Energia superaram três milhões de unidades. Em 2015, foram 134.754 mil lâmpadas por modelos LED distribuídas para famílias beneficiadas pelo projeto Comunidades Eficientes. No mesmo período, as distribuidoras também investiram R$ 7 milhões para tornar mais eficientes a iluminação de prédios públicos e empresas de serviço público, hospitais, entidades filantrópicas e escolas públicas, com doação de lâmpadas e substituição de iluminação por sistemas eficientes.

Sobre o Programa de Eficiência Energética

Os Programas de Eficiência Energética das distribuidoras da CPFL Energia começou a ser implantado no ano 2000. Os projetos elaborados seguem regulamentações específicas da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e têm como objetivo combater o desperdício de energia elétrica, a partir de ações como a substituição de equipamentos ineficientes, a doação de lâmpadas, a adequação da entrada de energia de consumidores irregulares, além de diversos outros atos. No ano passado, acumulou um investimento de R$ 59,8 milhões, contribuindo para poupar 33,87 mil MWh/ano, energia o suficiente para abastecer 14 mil clientes residenciais durante um mês.

Sobre a RGE

A Rio Grande Energia (RGE) é a distribuidora de energia elétrica da região norte-nordeste do Estado do Rio Grande do Sul. Originada do modelo de concessão pública para distribuição de energia elétrica em 21 de outubro de 1997, a empresa atende 264 municípios gaúchos, o que representa 54% do total de municípios do Estado.

A área de cobertura da RGE divide-se em duas grandes regionais: a Centro, com sede em Passo Fundo, e a Leste, com sede em Caxias do Sul. São 90.718 km² - 34% do território do Estado. Agrupadas, essas regiões apresentam um dos melhores índices sociais e econômicos do Brasil e também são as responsáveis pelo maior polo agrícola, pecuário, industrial e turístico do estado.

A RGE se orienta pela Gestão de Qualidade Total para atingir, cada vez mais, altos níveis de eficiência para seus consumidores sendo parceira dos municípios gaúchos no desenvolvimento econômico do RS dentro de sua área de concessão. Desde 2006 a RGE passou a fazer parte integralmente do grupo CPFL Energia, o maior grupo privado do setor elétrico brasileiro.

Sobre a CPFL Energia

A CPFL Energia, há 103 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 13% de participação, totalizando mais de 7,5 milhões de clientes nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.

Na comercialização, é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 11% na venda para consumidores finais entre as comercializadoras. É um dos líderes na comercialização de energia incentivada para clientes livres.

Na geração, é o segundo maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.248 MW de potência instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011 criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo, e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.127 MW no final do terceiro trimestre de 2015. O grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os 15 maiores investidores brasileiros.

A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e ADR Nível III na NYSE, além participar do Índice Dow Jones Sustainability Index Emerging Markets e do Morgan Stanley Capital International Global Sustainability Index (MSCI). Pelo 11º. ano consecutivo, as ações da companhia integram a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.

 

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